Médicos fascistas vazaram, debocharam e destilaram ódio contra Dona Marisa, Lula e família

A "médica" reumatologista do Hospital Sírio-Libanês, Gabriela Munhoz, pouco tempo após a internação da ex-primeira-dama, Dona Marisa, enviou detalhes de seu diagnóstico (um AVC hemorrágico nível 4, considerado grave) em um grupo de antigos colegas da faculdade no WhatsApp.

A atitude fere o Código de Ética Médica como, por exemplo: "Cap. IV Art. 23. Tratar o ser humano sem civilidade ou consideração, desrespeitar sua dignidade ou discriminá-lo de qualquer forma ou sob qualquer pretexto."; ou no Cap. X, "Art. 89. Liberar cópias do prontuário sob sua guarda, salvo quando autorizado, por escrito, pelo paciente, para atender ordem judicial ou para a sua própria defesa."

Um dos fascistas, o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis, que trabalha no hospital da Unimed São Roque, no interior de São Paulo, disse: “Esses fdp vão embolizar ainda por cima. Tem que romper no procedimento. Daí já abre a pupila. E o capeta abraça ela”.

Faço questão de divulgar todos os nomes dos "médicos" - na verdade, criminosos da pior estirpe - envolvidos: a reumatologista Gabriela Munhoz, o cardiologista Ademar Poltronieri Filho, o residente em urologia Michael Hennich, Pedro Paulo Souza Filho e o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis. Foram eles que vazaram exames, destilaram ódio e debocharam do sofrimento do presidente Lula, dos filhos e de Dona Marisa nas redes sociais.

O mínimo a ser feito é que o Conselho Federal de Medicina - CFM e o Conselho Regional de Medicina de São Paulo casse os registros desses vagabundos odientos. São monstros. Fascistas.

E mais, a classe médica brasileira deveria ter vergonha do ocorrido e se preocupar em formar seus profissionais em bases mais humanas. Estão formando um bando de idiotas e fascistas.

Comentários

  1. As pessoas precisam entender que a vida humana é tratada assim, seja Marisa Letícia ou o filho de uma empregada doméstica vítima de bala perdida. E, mesmo, o jovem de classe média com overdose. A medicina é uma profissão que assumiu a linha de produção e abreviar a morte significa liberar leitos, novos clientes, etc. Estudar para exercê-la é a certeza de que haverá uma boa remuneração eterna: todos precisam de médicos. O problema é que vida não é mais objeto de estudo da maioria dos cursos de medicina.

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  2. Guardem os nomes deles, vcs podem ser atendidos por eles na Unimed ou qualquer outro convenio, e para eles pobre não tem direito à vida

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  3. MEDICINA BRASILEIRA É ESSENCIALMENTE ELITISTA E DESUMANA! RICHAM FAISSAL ELLAKIS, ADITIVAMENTE É MAUSI UM FASCISTNHA DO SISTEMA.....
    E TEM QUE SER JULGADO PUNIDO E DEMITIDO DE FORMA EXEMPLAR.....
    Esmeraldo Cabreia Mestre e Doutor UFRGS.

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  4. Eis a mentalidade dos/as seres que cuidam de vidas,triste realidade de um país que estava no caminho certo,até quando aguentaremos passivamente esses fascistas,ai é outra história pois tudo tem seus limites.

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